maio 2008


Gerlandy Leão

E não é que sobreviveu.

Este espaço que vos escrevo, completou um ano no ultimo dia dez. A idéia era publicar algumas bobagens que eu tinha, mas no decorrer dessas surgiram outras idéias. Continuo com várias guardadas e com uma preguiça imensa, mas acho que a gente deve escrever independente de que gostem ou não. Vejo que é muito importante o que faço principalmente para mim. Fui reler meus textos depois de tanto tempo e me senti uma mera leitora, nem lembrava mais como havia chegado até aqui.

Quem me conhece sabe da minha paixão por contos e as dúvidas que eles deixam em nossas cabeças. Depois de algumas críticas continuo dizendo que não vou mudar nenhum final, no entanto achei por bem fazer um um final alternativo para os principais textos que escrevi. Fui fazer umas visitas e reencontrei vários personagens, eis alguns:

a vendedora de bolo…… recebe uma encomenda de manhã cedo

a pia ……………………….. é instalada no quarto sem torneira por perto

a rua………………………… voltou a ser sondada

o cadeirante……………… caiu ao tentar se adaptar e voltou rastejando para a velha amiga cadeira

a lagarta………………… nunca mais apareceu

a flores………………….. enfeitaram outras covas

a frase…………………… nunca mais será vista

As mães………………… são o grande apoio dos filhos

a forma geométrica…. expulsou um de seus pontos

a menina……………….. continua boiando pelas águas tentando aprender a nadar

a mulher……………….. encontrou um pai para o filho, mas desistiu de concebê-lo.

o casal………………….. separou-se, juntou-se, separou-se de novo e estudam um retorno

a figueira………………. insiste em achar que está seca, mas continua alimentando quem a procura

A pipa………………….. Teve uma queda maior, mas soube que está tentando se consertar novamente.

A janela……………….. virou lembrança, agora prefiro portões.

As viagens…………….. ganharam novos planos

O Incubus……………… ah o Incubus!

Quero agradecer desde já aos meus poucos mais fiéis leitores (ai como sou chata), principalmente aqueles que participam ou escrevendo seus comentários aqui ou discutindo comigo. PArabéns ao Contos da Serpente, me ajudou bastante no último ano.

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Gerlandy Leão

jones

Foi preciso o maior e mais famoso arqueólogo do cinema- Dr. Jones- retornar para desenterrar meu blog que estava perdido mas conservado. Bem como ele ainda não deve virar peça de museu pretendo continuar com sua utilidade. Até porque ele está fazendo apenas 1 aninho neste mês de maio, mês tao especial.

Não sou crítica de cinema, mas sou muito fã do mesmo, portanto como já citado outro momento este filme foi bastante esperado por mim. É, fui uma menina fã das histórias maravilhosas, a receita me agradou desde cedo: Aventura, sobrenatural, história e claro Harrison Ford que apesar de tá vovô não envergonha em nada (e pensar que cheram a escalar o TOm Seleck, aquele bigodudo de três solteirões e um bebê, ainda bem que ele resolveu fazer MAgno).

Quando saí do cinema a sensação que tive foi de estar em extase e engraçado que recebi a mensagem do meu amigo lá do Ceará dizendo o mesmo, sem nem termos trocado ainda uma só palavra sobre o filme. Tenho q confessar que meu clima de nostalgia ajudou a boa recepção do mesmo, mas ao mesmo tempo acho que a ansiedade poderia estragar também.

Apesar de não ter o charme, juventude e força dos demais, continua com a mesma inteligência e ganha uma companhia perfeita do Mutt Willians e claro da volta da Marion (apesar deu esperar mais dela, como umas viradas de copo). O filho de Marion com características tanto dela quanto do pai, um fofo e com uma ótima atuação daquele moleque. O menino pega perfeitamente no chapéu, mas apesar de insinuar teria sido uma heresia se tivesse conseguido colocar, só existe um Indiana Jones.

Cate Blanchet, uma das atrizes que mais odeio (só perde para Paltrow) até que começa a ser digna de meu respeito porque já vi qual é a dela: é canastrona.

Quanto aso chatos de plantão, sim aquilo é ficção. E em cinema pode tudo, até cair da cachoeira três vezes e não morrer, esqueceram que é Indy Jones que bebeu água no Santo Graal, se não lembra vá ver, se não viu vá ver, se não gosta vá assistir ao Van Dame (que é ficção para caramba). Isso tem a ver com gosto. É igual tu não gostar de musical e dizer que Moulin Rouge não presta, vai ver lá o steve seagal ou então uma comédia romântica (apesar de adorar, esse lance de se apaixonarem e serem felizes p sempre é tão ficção quanto o apresentado no Indy).

Tem gente que não aguenta, não entende, não se interessa pela história nem sente paixão e vem faz o favor de ir assistir só para dizer: não disse que é só mentira? Faço minhas as palavras do meu amigo Cauê, Indy deveria ser proibido para não fãs. Com isso a gente criou até uma provinha básica que deveria submeter os futuros interessados em assistir o Reino, sim, nós somos chatos. rs.

O Spielberg como sempre tarado por ETs enriqueceu a história. Não jogou lá à toa, dá gosto de ver aquilo, não estamos só, tenho quase certeza, se são inteligentes ou não é outra história. Não posso falar muito, cada um que confira.

Mas antes que pensem que estou fazendo uma resenha, vou logo afirmando: só queria memso registrar a minha emoção em ser presenteada no mês de aniversário com tão belo trabalho. Tem uma bela resenha dos meninos do 100grana, vale a pena conferir http://100grana.wordpress.com/2008/05/25/100grana-viu-indiana-jones-e-o-reino-da-caveira-de-cristal/

Ele já encontrou Arca Perdida, lutou contra um feiticeiro indiano que arranca corações com a mão, bebeu o sangue envenenado de Kalima, não só achou o Santo Graal como bebeu no próprio Cálice Sagrado e como se não bastasse… Ainda viu alienígenas. E tudo isso, sem nunca perder o chapéu.

Esse é Indiana Jones!

Por hoje é só, retorno depois e Bloguinho como dizem os curintianos “nunca vou te abandonar”