Gerlandy Leão

jones

Foi preciso o maior e mais famoso arqueólogo do cinema- Dr. Jones- retornar para desenterrar meu blog que estava perdido mas conservado. Bem como ele ainda não deve virar peça de museu pretendo continuar com sua utilidade. Até porque ele está fazendo apenas 1 aninho neste mês de maio, mês tao especial.

Não sou crítica de cinema, mas sou muito fã do mesmo, portanto como já citado outro momento este filme foi bastante esperado por mim. É, fui uma menina fã das histórias maravilhosas, a receita me agradou desde cedo: Aventura, sobrenatural, história e claro Harrison Ford que apesar de tá vovô não envergonha em nada (e pensar que cheram a escalar o TOm Seleck, aquele bigodudo de três solteirões e um bebê, ainda bem que ele resolveu fazer MAgno).

Quando saí do cinema a sensação que tive foi de estar em extase e engraçado que recebi a mensagem do meu amigo lá do Ceará dizendo o mesmo, sem nem termos trocado ainda uma só palavra sobre o filme. Tenho q confessar que meu clima de nostalgia ajudou a boa recepção do mesmo, mas ao mesmo tempo acho que a ansiedade poderia estragar também.

Apesar de não ter o charme, juventude e força dos demais, continua com a mesma inteligência e ganha uma companhia perfeita do Mutt Willians e claro da volta da Marion (apesar deu esperar mais dela, como umas viradas de copo). O filho de Marion com características tanto dela quanto do pai, um fofo e com uma ótima atuação daquele moleque. O menino pega perfeitamente no chapéu, mas apesar de insinuar teria sido uma heresia se tivesse conseguido colocar, só existe um Indiana Jones.

Cate Blanchet, uma das atrizes que mais odeio (só perde para Paltrow) até que começa a ser digna de meu respeito porque já vi qual é a dela: é canastrona.

Quanto aso chatos de plantão, sim aquilo é ficção. E em cinema pode tudo, até cair da cachoeira três vezes e não morrer, esqueceram que é Indy Jones que bebeu água no Santo Graal, se não lembra vá ver, se não viu vá ver, se não gosta vá assistir ao Van Dame (que é ficção para caramba). Isso tem a ver com gosto. É igual tu não gostar de musical e dizer que Moulin Rouge não presta, vai ver lá o steve seagal ou então uma comédia romântica (apesar de adorar, esse lance de se apaixonarem e serem felizes p sempre é tão ficção quanto o apresentado no Indy).

Tem gente que não aguenta, não entende, não se interessa pela história nem sente paixão e vem faz o favor de ir assistir só para dizer: não disse que é só mentira? Faço minhas as palavras do meu amigo Cauê, Indy deveria ser proibido para não fãs. Com isso a gente criou até uma provinha básica que deveria submeter os futuros interessados em assistir o Reino, sim, nós somos chatos. rs.

O Spielberg como sempre tarado por ETs enriqueceu a história. Não jogou lá à toa, dá gosto de ver aquilo, não estamos só, tenho quase certeza, se são inteligentes ou não é outra história. Não posso falar muito, cada um que confira.

Mas antes que pensem que estou fazendo uma resenha, vou logo afirmando: só queria memso registrar a minha emoção em ser presenteada no mês de aniversário com tão belo trabalho. Tem uma bela resenha dos meninos do 100grana, vale a pena conferir http://100grana.wordpress.com/2008/05/25/100grana-viu-indiana-jones-e-o-reino-da-caveira-de-cristal/

Ele já encontrou Arca Perdida, lutou contra um feiticeiro indiano que arranca corações com a mão, bebeu o sangue envenenado de Kalima, não só achou o Santo Graal como bebeu no próprio Cálice Sagrado e como se não bastasse… Ainda viu alienígenas. E tudo isso, sem nunca perder o chapéu.

Esse é Indiana Jones!

Por hoje é só, retorno depois e Bloguinho como dizem os curintianos “nunca vou te abandonar”

Anúncios